sábado, 25 de abril de 2015
Inferno astral? Magina!
segunda-feira, 25 de julho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Decepção
Mata. Lenta e dolorosamente.
Porque a dor da decepção é comparada a dor da perda de alguém querido. Dói fundo na alma a cada vez que você lembra de um momento feliz que teve ao lado de uma criatura que te prometia mundos e fundos, mas que quando você virava as costas, prometia outros mundos e outros fundos para outros alguéns. E daí esses momentos felizes tornam-se falsos, porque você percebe que aquela felicidade era baseada numa mentira, e aí essa felicidade deixa de ser feliz. E você deixa de ser feliz junto com ela.
E daí você chora. Você xinga. Você bebe. Você quer dar uma garrafada na cara, se encontrar na boate. Você quer matar.
E daí você se acostuma com a ausência. Você vê que as coisas estão começando a melhorar. Você está bem.
E você descobre que isso é porque ela - a tal decepção - terminou de matar aquele bendito pedacinho de você, e tudo passou. Passou a dor, passou a raiva, passou aquele sentimento pelo outro que insistia em te acompanhar, mesmo você não querendo mais... e você percebe que as coisas boas voltaram a acontecer – se é que deixaram de acontecer.
E você começa a dar mais valor a você mesmo, aos seus amigos que nunca te abandonaram, aos novos amigos que você vai encontrando pelo caminho... e, claro, à nova pessoa que aparece na sua vida, pra reconstruir todos os seus sonhos coloridos de um final feliz. E isso vai acontecer. Mais cedo ou mais tarde, é claro que vai acontecer. É só ter calma e esperar, porque como também dizem por aí, “se não deu certo, é porque ainda não chegou ao final”.
Uma ótima semana pra todo mundo. =)
sábado, 15 de maio de 2010
#InfernoAstralFacts - Partes 3, 4 e 5
#InfernoAstralFacts – Parte 03
Quem costuma ler o blog sabe que Murphy tem uma paixão aguda por mim, certo? E todos sabem todas as merdas que acontecem comigo por causa disso.
Ok? Ok!
Agora vocês juntem esta predisposição ao desastre que me acompanha diariamente com o do bendito do inferno astral. Qual é o resultado disso?
M-U-I-T-O-M-A-I-S-M-E-R-D-A-A-I-N-D-A
Pois é. Aqui eu vou contar vários fatos que aconteceram neste período depois das duas primeiras postagens, que deveriam virar postagens separadas mas que a falta de tempo não me deixou colocá-las no ar.
Vamos lá!
Sexta-feira, 6 de maio de 2010
Thyaguinho aqui conseguiu um emprego, certo? (\o/) Daí que primeiros dias vocês sabem com é, né? Chega cedo, não deixa serviço por fazer, sai no horário... quelas coisas...
Daí que eu saí de casa cedãããão pra chegar lá antes das 14h00. Papai me deixou pertinho de lá, eram 13h45min. Como Thyaguinho precisava de crédito pro celular, resolveu que ia logo comprar este bendito, pra não ficar na lisura completa e total. Ok.
Subi minha ladeira naquele sol escroto filho da puta, e fui em todos os comércios que tinham do lado que eu estava da rua, mas nenhum vendia recarga da TIM. Olhei pro relógio, 13h50. “Ah, dá tempo! Ali no posto com certeza tem!”, pensei. Esperei o sinal fechar, atravessei e comprei meus créditos.
Pausa dramática.
Vocês lembram que eu acabei de falar que tava um sol filho da puta, né? Né! Só que não tinha SÓ sol, entendem? Tinha UMA nuvem no céu, UMAZINHA só, que tava meio escurinha, saca? Mas até então, não era nada pra se preocupar. Ok.
Atravessei a primeira parte da avenida, e parei no meio fio, porque o sinal abriu para os carros.
O quê que aconteceu?
Pois é, ela resolveu que ia chover todinha, justo na hora que eu tava no canteiro central da avenida, esperando o sinal abrir pra poder atravessar. Não que eu seja um pedestre consciente que só atravesse na faixa de pedestres, nada disso! O problema é que lá não para de passar carro em momento algum!
Pois é. E choveu. Mas choveu muuuuuuuuuito. Parecia que Deus queria matar todo mundo afogado novamente.
Mas o problema não era só a porra da chuva que caía torrencialmente, com uns pingos grossos que doíam, tipo quando a gente pega chuva na praia. O pior era olhar pra trás, pra frente e pros lados e ver que uns 100 metros ao longe, NÃO ESTAVA CHOVENDO.
Eu juro pra vocês que não é exagero, que a porra da chuva tava caindo só num pedacinho... eu juro que até procurei, pra ver se num tinha era um carro dos bombeiros fazendo chuva artificial que nem em novela... mas tu jura, né?
Mas então... chovia, chovia, chovia... e nenhum viado filho da puta parou o carro pra deixar eu e a senhora que também estava presa lá passar.
E só de mal aquele sinal é um sinal demorado, acho que um minuto e meio, mais ou menos...
E a chuva caía, e eu ficava mais e mais encharcado... até que finalmente a porra do sinal abriu. A senhora e eu começamos a correr quando, de repente, o quê que acontece?
Chutem, chutem, chutem!
A chuva parou.
Sério. Juro pra vocês que quando a gente tava mais ou menos na metade da faixa de pedestres, a chuva parou.
/euri
Mas eu dei uma gargalhada tão grande que olhei pra cima (num sei se pra Deus ou pra Murphy) e falei: “Valeu! Essa foi sensacional!”
Moral da história: cheguei no trabalho todo molhado e 5 minutos atrasado. Só não foi pior porque como lá não é tão longe daqui de casa, eu liguei e pedi pra levarem uma roupa pra mim.
#InfernoAstralFacts – Parte 04
De um extremo ao outro.
Detalhe¹: O meu querido ambiente de trabalho não possui arcondicionado. Este é um artigo eu só é encontrado na sala da chefe. Tudo bem, sem problemas. Eu tenho um ventiladorzinho desses de 30 cm que fica virado pra mim, que às vezes dá uma amenizada jogando aquela brisa que parece ter vinda diretamente do inferno, de tão quente que é. Ok.
Quarta-feira, 12 de maio de 2010
Neste dia, como eu tinha uma reunião com um cliente, resolvi ir um pouco mais arrumadinho.
O problema: depois da cirurgia, eu comprei praticamente só roupas pretas ou escuras. O que, num dia quente, não é muito aconselhável. Mas foda-se, apresentação é tudo, a primeira impressão é a que fica e eu tasquei minha camisa social cinza escuro e fui trabalhar.
Ok.
O dia estava insuportavelmente quente, como quem mora em sls sabe como é que as coisas andam por aqui. E a minha parede pega o sol de manhã, o que dá uma esquentada um pouquinho maior no ambiente.
Detalhe²: A sala é dividida entre uma senhora e eu. Só que em 90% dos dias, eu fico só, o que deixa meu ventiladorzinho ser só meu mesmo. Mas claro que, neste dia...
p>
Ela tava cheia de trabalho e ficou lá na sala, o que fez com que eu tivesse que colocar o ventilador pra girar. Mas eu juro que tentei não me estressar. “9h a gente sai pra reunião, e chefinha com certeza vai no ar condicionado, Thyago... então relaxa!”, pensei positivamente comigo mesmo [lei da atração é o que há nesta vida!]
9h, descemos pro carro [preto, por sinal]. Entro, tow colocando o cinto, quando chefe fala:
“Abre o vidro aí que eu tow na reserva, e eu só abasteço num posto lá na Cohama, aí como a gente num vai passar por aquelas bandas, a gente vai sem ar”.
Ow, gente! Desceu uma lágrima de meus olhos. Ela só não percebeu porque achou que era uma gota de suor escorrendo...
“Não esquenta! Lá no cliente coooooooom certeza tem arcon, Thyago!”, pensei eu, já sonhando com aquele friozinho gostoso que ia fazer lá dentro...
Chegamos!
Vi logo os compressores dos splits do lado de fora, e meu coração ficou mais aliviado.
Entramos na sala, com aquele arzinho gelado tocando meu rosto suado, e tudo virou paz dentro de mim...
Uns 3 minutos depois que entramos na sala, estamos ainda naquela fase de apresentação, num sei quê, eu ali mas nem tão ali, delirando de prazer com aquele arcon...
Tudo para!
Oi?
É, tudo para.
De repente fica escuro e faz um silêncio mortal.
Alguém se habilita?!
Faltou luz!
F-A-L-T-O-U-L-U-Z!
Eu juro por Deus que o eu só não chorei porque ia ficar feio e era capaz de eu erder meu emprego. E tome 2 horas de reunião, no calor.
Ao final da reunião, fomos fazer o quê? Conhecer as dependências da empresa, debaixo do sol de 11h30 da manhã!
12h00 nós saímos de lá, e finalmente chefinha passou no posto e abasteceu o carro... Só digo pra vocês que arcon é coisa linda de Deus, viu?
#InfernoAstralFacts – Parte 5
Este fato não aconteceu comigo, mas chegamos à conclusão de que aconteceu só pra terminar de fuder com a minha vida mesmo.
Sexta-feira, 14 de maio de 2010.
Amor há muito tempo se pergunta o que me dar de presente. Essa semana amor finalmente se resolveu do que ia comprar. Ontem Amor pediu o dinheiro pra sogrinha, colocou na cateira e foi trabalhar.
Amor chegou no trabalho, colocou a carteira na bolsa e guardou a bolsa.
De tardinha, quando amor ia sair pra comprar meu presente, amor pega a bolsa pra catar a carteira..
Cadê carteira?!
Lugar mais limpo do mundo!
Furtaram Amor!
Simplesmente assim.
Levaram a carteira com os cartões e o dinheiro de Amor. O dinheiro do MEEEEEU presente.
Ok. Amor ficou mal, talz, porque num ia mais ter como comprar meu presente, talz... eu falei pra Amor que num tinha problema, que o imprtante era estarmos juntos, talz... coisas de pessoas eamoradas.
Depois de um tempinho, amor resolveu dizer qual era o meu presente:
Meu helicóptero de controle remoto que eu moooooooooooooorro de vontade de ter um há décadas!
Ahhh, doido! Aíííííí sim eu me revoltei!
Porra! Logo o dinheiro do meu helicóptero, doido?! Tinha realmente que levar ooo dinheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeiro do meeeeeeeeeeeeeeeeeeu helicópteroooo?!
Pois é. Por isso que, analisando depois, vimos que não foi obra do azar de Amor... foi obra de Murphy sacana que adora me ferrar e se achou ATÉ no direito de me tomar meu helicóptero... =(
Enfim... se me acharem triste hoje, no dia de meu niver, já sabem o porque. Eu perdi meu helicópero.
E assim fechou-se meu inferno astral. Isso é, se num acontecer mais alguma merda hoje.
Beijos, pessoas!
____
Só pra lembrar aqui que hoje faz uma semana que um primo meu super gente boa faleceu. Só uma pequena lembrança aqui, porque ele era leitor assíduo do blog. Vai em paz, Polaco! =)
segunda-feira, 19 de abril de 2010
#InfernoAstralFacts - Parte 02
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Levanta-te e anda!
Hello!
Estava Thyaguinho ontem trabalhando em um evento em comemoração ao aniversário da querida instituição onde eu trabalho, um evento grande: mais de 53 homenageados, várias secretarias de Estado e do Município presentes, mais de 500 participantes, coquetel pra dar e vender..., quelas coisas... a pequena pessoa que vos fala estava correndo de um lado para o outro, resolvendo os pepinhêênhos que apareciam... tudo escorrendo direitinho, tudo lindo, lindo, lindo.
Daí que eu estava perto da sala VIP e me passam um rádio:
- Thyago, avisa a senhora Rita Num sei Das Quantas que a mãe dela está aqui no auditório.
Tarefa rápida, simples e fácil. Exceto por uma coisa:
Eu não tinha a mínima idéia de quem diabos era a tal Rita num sei das quantas.
Mas ta, ‘quem tem boca vai à Roma’, né verdade? Né verdade!
Abri a porta da sala VIP e fiz um reconhecimento da área.
A tal Rita tinha sido uma das duas escolhidas pra falar em nome de todos os homenageados. A outra escolhida, eu conhecia. Então era facinho: só procurar alguém que tivesse com um discurso na mão.
Bingo!
Lá estava ela, uma senhorinha, conversando animadamente com outras senhorinhas.
Fui lá.
- Senhora Rita?
- Sim
- Dona Rita, pediram para lhe avisar que a sua mãe está lá no auditório.
Olhos confusos me fitaram.
- É o quê, meu filho?
[“Velha lerda... isso é que dá trabalhar com velho!”, penso eu, e falo um pouco mais alto, porque vai que ela é surda, né verdade?] – Pediram pra lhe avisar que a sua mãe está ali no auditório.
Olhos com um misto de espanto e confusão me olharam mais uma vez.
- É o quê, rapaz?
- Minha senhora, a senhora é Rita num sei das quantas?
- Sim, sou eu.
Rá! Pensaram que eu havia ido falar com a velha errada, né? Pois num era não. Voltando...
- Pois é, dona Rita, pediram pra lhe avisar que sua mãe está no auditório.
A velha se espremeu todinha. Se inquietou na cadeira e largou:
- Meu filho, minha mãe já morreu.
Evento com sessão espírita foi o primeiro que eu fiz.
Olhei pra cara dela com aquela cara de “Ahn?!”
Juro que eu só faltei perguntar se ela tinha certeza, mas como eu acho que as pessoas tem noção de quando suas mã
es morrem, fiquei na minha – morto de vergonha, é verdade, mas fiquei na minha.
- Onde é que ela está, meu filho?
- É... dona Rita... uhm... disseeeeeeeeeeeram que ela estaaaaaaaaaaaaava lá no auditóóóóório... [sim, eu estava morto de sem graça]
A velha se levanta, com toda a dificuldade que é peculiar aos fedorentos a gofo idosos , com os olhos marejados e sai em disparada pela porta. Lá vai Thyaguinho atrás. Quando eu a encontro, ela diz:
- Meu filho, minha mãe morreu eu tinha 10 anos. Hoje eu tenho 66.daí tu tiras uma idéia.
Ela ria que se acabava.
Eu tive que rir também.
Chegamos lá à mesa branca [é assim que chama?] ao auditório, lá estava ela.
Não a mãe, mas a tia da velha, que era MUITO mais velha do que ela.
Eu olho pra velha, que ainda tava gargalhando e, mais uma vez, peço desculpas, ao que ela responde que não havia problemas.
Claro que eu fui dar uns coques no sacana que me ressuscitou a mãe da velha.
Mas não me acaba por aí.
Ano passado um dos dirigentes que lá da instituição morreu. Deve estar em algum lugar – porque eeeeeeu é que num vou dizer que ele ta no céu – dizendo “oxi coisa fofa” pras anjinhas ou diabinhas que passam pela frente dele. Ok
Metade do evento, alguém me passa um rádio;
- Thyago, vocês barraram alguém aí?
- Eu num barrei ninguém, doido!
- É porque o vice ta dizendo que barraram ‘Oxi bebê’ [o mesmo nome do defunto].
Eu dei A gargalhada. Porra, que diabos é que todo mundo queria ressuscitar gente ontem, pelamordêdeus?!
- Rapaz, num barraram ele não, pq uma hora dessas ele ta só os ossinhos lá no cemitério.
Ora, mas rapaz! Só vi todo mundo rindo – sem conseguir disfarçar – pelo auditório todo.
Enfim...
Beijos pra vocês, ótima quarta! ^^
