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sábado, 25 de abril de 2015

Inferno astral? Magina!

Era pra ser uma simples viagem de volta pra casa, mas quem um dia já leu algum post aqui, sabe bem que comigo as coisas nunca são simples, e que num espaço de 3h, TUDO pode acontecer comigo.


Meu voo era as 19h25. Como sai de campinas (sdds: voo direto), eu vou pro Tietê e de lá pego o buzão que me leva pro aeroporto. Sempre pego o ônibus das 16h00, pq é mais ou menos 1h de viagem, e eu chego com folga lá, pq com a minha vida é sempre bom fazer as coisas com antecedência. Dessa vez resolvi comprar logo a passagem do busão pela internet mesmo pra poder engabelar o dinheiro que mamãe me deu pra pagar auhsuahs.Beleza.

Da minha casa (deixa irmã humilhadora ler isso) pro Tietê são 2 estações de metrô + baldeação na Sé + 4 estações. Isso dá pra fazer em 20 minutos sem pressa alguma. Beleza. Saí de casa as 15h. Vou eu puxando minha mala (que mamãe entupiu de coisa pra eu trazer de volta pra SLZ) e minha mochila que, como é de rodinha, eu enrolei na haste da mala e vim embora, pq eu já tenho 2m de largura, puxando uma mala de um lado e uma mochila do outro, eu ia ocupar a calçada inteira.

Entro na estação, vou pra bilheteria pra comprar meu bilhete. Aí começa:

          1)  uma fila enormemente enorme pra comprar a passagem. Já fiquei meio puto, mas beleza, tava andando rápido. Uns 10 minutos depois, de bilhete na mão, me vooooooolto até o elevador (eu sempre pego o elevador quando tô no metrô com mala) e…

           2)  o elevador não estava funcionando. Pois é. Lá vou eu voltar o caminho todinho pra porra das catracas. Na hora de passar, aquela loucura: vai, volta, desenrosca a mochila da mala, passa na catraca, derruba a mala, pede pra pessoa de trás (que já tava me olhando com ódio) pra pegar a mochila… aquele carnaval. Mas beleza. Entro no metrô. Lá vamos nós! “Vou chegar cedo, ainda” penso eu. Mas…

           3)  as portas não fecham. “Ótimo!” eu penso. E cadê a porra do ar condicionado? A pilota do metrô avisa que estamos esperando os carros da frente se movimentarem. Uns 5 minutos depois, as portas finalmente fecham e começamos a andar.  Paramos na próxima estação, o povo desembarca, eu já vou mais pra perto da porta, visto que a minha parada é a próxima… “Agora vai!” eu penso. Mas claro que não vai. Porque logo assim que a minha voz que passa na minha cabeça diz isso…
           
          4) o metrô para de novo. 1 minuto, nada. 2 minutos, nada. 3 minutos. “Estamos parados aguardando a movimentação dos carros a frente” diz de novo a pilota. E aguardamos. POR 15 MINUTOS! E sem ar condicionado!
       
          5) Depois dos 15 minutos parados, finalmente eu chego ao Tietê. Aquele corre-corre, afinal, já eram 15h50! Saio do metrô, quando vou passar a mala pela catraca…

          6)  A haste da mala não aguenta o peso da  mochila enrolada nela e faz o que? QUEBRA. Olho com aquele olhar 666 pra mala, enfio a porra da haste no buraco até o lugar que ela fica firme o suficiente pra eu conseguir puxar (isso não era nem na metade da altura que eu a uso), carrego a mochila (que tá super pesada, pq também tem um monte de roupa dentro, pra eu não pagar excesso de bagagem) e corro TODO TORTO pro guichê pra resgatar a passagem. A moça vê meu sobrenome (o Braga, não o Polary) e diz que a filha dela também é Braga, não sei o que. Até que ela vê o relógio, são 16h em ponto e ela me manda correr pra pegar o ônibus. Eu fui desesperado, já achando que eu não ia conseguir, que Murphy ia me trollar, saio descendo as escadas (que não eram rolantes) carregando a mala e a mochila, quando eu olho o motorista entrando no ônibus, que já ia sair. Corri (imaginem o gordo correndo, todo torto por causa da mala baixa), esbaforidamente (sem nem poder abanar os braços, porque tava carregando as coisas) e finalmente consegui chegar ao ônibus. O motorista começou aquele bla bla bla dizendo que quase eu perco a viagem, num sei que, eu olhando com cara de poucos amigos pra ele, entreguei minha mala, e subi. TODO SUADO E DESCABELADO, afinal, ontem que eu tinha que sair de casa puxando mala pesada e pegar metrô, resolveu fazer 29º em SP. Não adiantou nada tomar um banho gostoso e demorado antes de sair de casa, colocar meu One Million maravilhoso, ajeitar o cabelo… Tava parecendo um pedreiro. Fiquei sentado um pouco no braço da poltrona, enquanto me secava e me ajeitava, pra não melecar a mulher que tava na poltrona ao lado e, quando a situação melhorou um pouco, sentei. Estamos andando pela Marginal, eu penso “Besta, murphy sacana! Pensou que eu ia perder meu ônibus e meu voo, né? Rá!”. E LOGO ASSIM que a minha voz imaginária da minha cabeça fecha a boca, o que acontece?

           7)  O ar condicionado do ônibus para de funcionar. Não, não é que o ventinho tava saindo quente, em vez de gelado. Ele simplesmente nem ventinho saía. “Não te desespera. Já já volta.” eu penso. 1 minuto, 3 minutos, 5 minutos. Nada. Alguém levanta e vai falar com o motorista: "Moço, o ar condicionado desligou." “Hum…" "Eita! e agora?” …" Mas é pra falar pro pessoal?”. A cada resposta sussurrada do motorista meu desespero só aumentava e saía de meu grande e roliço corpo em forma de cachoeiras de suor.  Daí o rapaz vira e diz: “Gente, seguinte: o ar-condicionado pifou, e as janelas não abrem. Tentem abrir esses basculantes das laterais”. Aquela comoção dentro do busão, a senhora da poltrona de trás me chamou pra tentarmos abrir o tal basculante. Empurra daqui, força de lá, dá uns murros dali. A porra não abriu nem com reza brava. Eu fui lá onde o motorista e falei “Siô, aqueles basculantes não abrem não. Como que faz?”. Ao que ele responde:

           8)  "Eu não sei não". AHHHH, DOIDOOOOO. COMASSIM ESSE COOOOOOORNO NÃO SABE COMO ABRE AQUELAS BOSTAS? Perguntei pra ele como faríamos, porque não tinha a mínima condição de viajar naquele calor do cão, aí ele diz que vai ligar pra não sei quem da empresa pra saber. Beleza. Ele liga, explica a situação e pergunta como faz pra abrir. A próxima frase dele é: 

           9)  “UÉ, CÊ NUNCA ABRIU UMA TAMBÉM?!” Peço a misericórdia divina, além de perdão pros meus pecados, porque eu decidi naquele momento que eu ia abrir a porta do ônibus e me jogar com ele em movimento mesmo, pq ao menos antes de ser atropelado e a roda do caminhão que tava ao nosso lado passasse por cima da minha cabeça, eu ao menos teria uns 2 microssegundos de vento no rosto. Acordo do meu devaneio com o motorista dizendo que ia encostar pra tentar resolver, enquanto a pessoa lá ligava pra não sei quem. Encostamos, justamente na hora que o motorista recebe a ligação de alguém dizendo como abrir os basculantes. E ao menos eu descubro que não era uma simples questão de ser pê do bó, é porque as pessoas parafusaram a porra do basculante, pra ninguém abrir. Ele abre a porta e vai ao bagageiro pra pegar uma chave pra poder desparafusar e quando entra pra fazer isso, ouvem-se gritos de EH TETRAAAAA! EH TETRAAAAAAAAAAAAA! Quando ele está abrindo o primeiro basculante (o da senhorinha da poltrona atrás da minha) a gente escuta uma sirene e uma freada brusca.

          10)  Pessoas correndo e subindo no ônibus. “POLICIA!” ouve-se o grito. Quando eu olho, um policial com a arma em punho pergunta o que tá acontecendo, por que a gente tá parado ali. Todo mundo começa a falar ao mesmo tempo, tentando explicar pra ele o ocorrido. Ele guarda a arma, cruza os braços e fica lá na porta, fazendo carão pra esconder a vergonha de ter dado aquele show todo. Quando o motorista termina de abrir os basculantes (eram 4, só) vai lá pra frente e o policial começa a dar lição de moral nele, que ele não podia parar ali, que só podia parar em caso de emergência, no que o motorista responde que era uma emergência sim. 10 minutos de discussão sobre conceitos de emergência depois, quando o povo do ônibus começou a reclamar que o policial tava só nos atrasando, ele finalmente nos liberou. O motora fecha a porta e eu penso “Vento, finalmente!’ e espero o vento bater no rosto. E espero. E espero mais um pouco. E daí finalmente…

          11)  nada. Claro que aqueles basculantes mínimos e em quantidade pífia não iam fazer diferença nenhuma. Pelo menos não pra quem tava a frente do primeiro (meu caso). Pode até ser que tenha ventilado lá pra trás, mas pra mim, vim no calorzão de SP até Campinas. Ou melhor: até a entrada do aeroporto. Porque NA HORA que viramos pra entrar aqui, o que aconteceu?


         12) O ar condicionado voltou a funcionar. Simples assim. 

E não, não é perseguição da vida comigo. DE JEITO NENHUM! IMAGINA!

Daqui pro dia 15 provavelmente eu volto por aqui. Beijos e boas risadas da minha cara. :)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

A volta dos que foram e resolveram voltar

Cara, quanta saudade disso aqui. Passei muito tempo sem postar nada, mas de vez em quando eu venho aqui e fico lendo as postagens e os comentários de vocês, e juro: morro de rir. Bons tempos, aqueles! 

Mas enfim, precisei vir aqui hoje. Porque hoje foi um daqueles dias que eu preciso contar, pra vocês rirem da minha cara.

Estou fazendo uma dieta. Sim, sou daqueles gordos sem vergonha que fizeram redução de estômago e voltaram a engordar. Mas agora resolvi que vou tomar jeito na vida e, incentivado pela irmã humilhadora (lembram dela? Pois agora ela está mais humilhadora do que nunca, porque já é médica, ganha 50 mil reais por mês, e roubou meu sonho de morar sozinho em SP, mas tudo bem) resolvi entrar numa tal dieta de Dukan.

Beleza. No primeiro dia de dieta, fui ao supermercado que sempre vou, que fica no caminho de casa, mas lá não tinha muita opção das coisas que eu precisava comprar. Resolvi que ia a um da mesma rede, mas que fica um pouco mais longe, (e bem, mas beeeeeeeeeeeem contramão) já que ele é maior e, por estar numa vizinhança mais chique, provavelmente seria mais fácil ter esses produtos lights/diets/frescos que eu precisava.

Cheguei lá, fiz minhas compras e aproveitei e me pesei, já que lá tem balança, e nesse que eu sempre vou, no caminho de casa, não tem. Beleza. Tudo bem, tudo lindo.

Esses dias tenho me pesado em casa, mas queria ir lá pra me pesar na mesma balança, pra ter uma conta certa. Como eu precisava já repor umas coisas no estoque, resolvi que ia encarar essa viagem e ia lá de novo, após o trabalho.

6h da tarde, vamos lá. Peguei todos os engarrafamentos do mundo, encarei um pneu furado - sendo que 2 semanas atrás eu gastei uma fortuna pra ajeitar 2 pneus que furaram - e finalmente cheguei ao supermercado.

Peguei minha lista de compras - sim, porque agora eu sou praticamente uma dona de casa de classe média que sai pro super com uma listinha de compras! - e fui colocando as coisas no carrinho.

Depois de uns 30 minutos de muita andança, estou me dirigindo ao caixa quando pego logo a carteira pra procurar o cartão.

~ Thyago congelado a lá Avenida Brasil ~

Cadê cartão?

Procurei, bati nos bolsos, nada. Pensei: posso ter deixado no carro. Coloquei o carrinho cheio, já morto de vergonha, de lado e fui ao carro. Procura de um lado, procura do outro... Nada de cartão!

Já fiquei puto, óbvio! Murphy, se lascar, cara!  Puta merda, uma hora pra chegar ao supermercado, mais meia hora pra fazer as compras, pra na hora não ter cartão?! (Só mais um detalhe: eu estava com fome, muita fome, pois não havia feito nenhum lanche a tarde. E gordo com fome fica numa vontade boa de matar os outros, vocês sabem, né? Pois é!) "Ao menos vou logo me pesar!", pensei. E voltei pro supermercado.

Fui até onde estava a balança da ultima vez e... Cadê? Tinham sumido com a bichinha. Como da ultima vez, conversando com a menina do caixa ela disse que eles viviam mudando a balança de lugar, fui perguntar pra um cara onde estava. O que ele respondeu?

- AH, desativaram a balança. Não tem mais.

Pqp! Puta merda, uma hora pra chegar ao supermercado, mais meia hora pra fazer as compras, pra na hora não ter cartão, e nem a porra da balança?! 

Fumacei de ódio, né. Mas beleza, resolvi que ia pra casa. 

Dai lembrei que num supermercado que tem perto de casa, mas que não fica no meu caminho, tem uma balança. Como eu precisava de uma balança nova de parâmetro, pensei que essa seria perfeita, já que era perto de casa, e refiz meu caminho pra chegar nesse super. 

Engarrafamento. Engarrafamento. E mais engarrafamento. Sendo que no meu caminho normal casa - trabalho - casa eu não pego engarrafamento algum, porque tô sempre no contrafluxo. Enfim, mais uns  20 minutos, chego ao supermercado. Vejo a balança ao longe, e penso "ao menos isso!". Quando eu chego bem pertinho, o que eu vejo? Um aviso: BALANÇA QUEBRADA.

Seriously?! 

Sentei e chorei, porque né? Penso que Murphy apenas incorporou na minha pessoa hoje, porque só isso explica.

Enfim... Depois dessa, resolvi que vou ficar me pesando na minha balança véia pôde mesmo, porque dá menos trabalho e gasta menos combustível.

Era isso, crianças. É que foi tanta merda junta que eu realmente precisava mostrar a vocês que muita coisa muda na vida, menos essa minha vida de merda! =p

Beijos!

segunda-feira, 25 de julho de 2011


Eu ando numa vibe meio chata. Sei lá, minha vida anda meio ruim... muitas perdas, poucos (ou nenhum) ganhos... não sei, queria mudar.

E olha que até um tempo atrás, eu era das pessoas mais aversas a mudanças que vocês conheceriam em suas belas vidinhas...

Além disso, eu sempre fui uma pessoa de querer tudo na hora que eu quero . fora o fato de eu ser bastante volúvel nos meus quereres... e a junção desses dois ingredientes resultava em eu querendo alguma coisa e indo atrás, de todas as formas, pra conseguí-las... ou então dando com a cara na parede e largando tudo de mão, planejando outras coisas.

Muita gente vê isso (principalmente minha família) como um indicativo de que eu não sei o que eu quero da vida. Eles não entendem a importância de certas coisas pra mim... e não adianta tentar explicar, porque eles sempre vão achar 1) que eu sou realmente um vagabundo; 2) que eu não sei o que eu quero da minha vida ou 3) que meu futuro vai ser como empregado de irmã humilhadora, que é médica, e que vai me dar um empreguinho só pra não ter que me sustentar de graça quando ela tiver ganhando rios de dinheiro como uma médica de sucesso.

Não sei... eu gosto muito de dinheiro, deus sabe o quanto... mas sei lá, há realmente coisas mais importantes em jogo... e eu acho que paz de espírito é a principal delas. Não adianta ganhar horrores de dinheiro se eu não me sinto bem num local. Não adianta ser morto de rico se eu não tiver com quem gastar esse dinheiro naquela viagem inesquecível. Não adianta  passar o cartão de débito sem me preocupar se vai ter ou não saldo se eu não tenho pessoas que amo e confio ao meu lado.

É, né? Pra eu dizer que dinheiro não resolve tudo, é pq a situação tá realmente ruim... não sei se tô na TPM (me perdi na minha tabelinha) ou se é realmente reflexo de tudo o que eu tenho vivido, mas eu ando meio assim ultimamente... e não tem boate toda sexta e sábado, ou caipirinhas e mais caipirinhas, ou papos e mais papos vazios no chat do face ou mesmo agarrações dentro do carro em pleno sol de meio dia que resolvam (ou ao menos melhorem) tudo isso.

Como comentei outro dia com umas amigas, parece que minha vida tá andando numa esteira, sabe? Eu ando, ando, ando e continuo parado no mesmo lugar: com pessoas sacanas, escrotas, invejosas, gente bipolar agora-te-amo-daqui-a-um-minuto-te-odeio, gente que não me respeita, gente que não sabe o que quer da vida, gente que não acredita em mim... ou simplesmente ao lado de pessoas que me encaminham direto pra quem eu quero esquecer.

Daí eu resolvi “trocar de academia”, saca? Resolvi que vou passar um tempo fora.

Só que, pra não sacanear com meu chefe, combinei com ele de, apesar dos meus planos de já ir agora em agosto, ficar aqui mais esse mês e ir somente em setembro.

Daí que agora essa ansiedade de ir embora só tá piorando as coisas. Parece que tudo só vai piorando a cada dia que passa, e que tudo só vai se resolver quando eu tiver lá.

Apesar de que eu acho que eu vou é passar uns maus bocados lá, visto que eu não sou de fazer amizades tão facilmente, e sou morto de apegado a minha família, apesar de tudo... mas sei lá... certos ou errados, eu tenho meus motivos pra tentar refazer ao menos um pedaço da minha vida... e eu acho que lá eu consigo...

Enfim... provavelmente todo esse mimimi não tá nem fazendo sentido pra vocês, e vocês tão putos porque acharam que iam achar um texto que eu ia contar que eu me fudi de alguma forma engraçada... pois é, fudido eu to, mas não da forma que eu gostaria de contar aqui pra vocês.

Pois tá. 

E, pra completar, Amy morre.

Pois é.

Beijos pra vocês.


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Murphy + Meu Cartão Pôdi = Vontade de meter a cara no c*

Booom dia, povo!

Depois de um longo e tenebroso inverno, eis-me aqui de volta, para fazer vcês rirem da minha cara com as merdas que o universo insiste em jogar pra cima de mim. =)

Então, deixe-me contar essa pra vocês: Dia desses, fui almoçar com Amor. Como estávamos trabalando relativamente perto, marcamos de nos encontrar num restaurante que tem no local onde Amor trabalha. Ok.

Meio dia arrumei minhas coisas e fui pra minha parada pegar meu ônibus naquele sol miserável de meio dia. (Agora imaginem Sandy cantando: "Olha o que o amor me faz...", porque só com MUITO, MAS MUITO AMOR MESMO eu me presto a pegar ônibus, principalmente tamanho meio dia. Mas enfim...) Peguei meu ônibus, saí me coisando pra num me esfregar no povo que tava mais suado que eu e, alguns minutos depois, cheguei ao local.

Ok.

Detalhe¹: eu já estava trabalhando, mas não havia recebido dinheiro ainda, pois não havia completado o mês. Tinha recebido só o dinheiro do transporte, que tirando as coisas que eu comprei, havia sobrado R$12. Aí, quando marquei com Amor, falei "ei, só tenho R$12, tu completas pra mim o que der o almoço?", no que Amor, pessoa mais compreensiva do universo, disse que sim, sem prob. Ok.

Chegamos, nos encontramos e fomos pra fila (medonha, diga-se de passagem). Amor diz que tem uma moeda de R$1 pra me entregar (porque eu tenho um cofre só com elas)> Eu fico feliz e agradeço. Bandeja em mãos, começamos a nos servir. Amor disse que parecia que eu nunca havia comido na vida, só porque eu sou desses que num tow nem aí pra nada e vou colocando tudo o que eu acho bonito no prato, nem ligando pressas coisas de "isso num combina com aquilo". Comida é comida, vai tudo parar no mesmo local, então tow nem aí pra essas frescuras. Enfim, fui colocando as coisas: carne, peixe, camarão, frango, arroz, farofa... meu prato tava lindo de morrer! Amor, vendo aquilo, disse que pensou "Rapaz, como é que pode uma pessoa lisa fazer um prato desses?! Vou colocar pouca coisa no meu, porque o dele vai ser caro pra poxa!", e pôs só um pouquinho de coisas no prato. Eu, com meu prato já estava, só esperei que Amor terminasse de servir-se. Ok.

Caixa. Peso o meu: R$12,56. Como não ia tomar refrigerante mesmo, falei pra Amor: "Ó, tu só vais ter que completar 56 centavos no meu prato." Ok. Amor pesa seu prato, pega o refri, tal... Total da conta: R$22,63. Amor dá R$15 em dinheiro e manda passar o resto (R$7,63, pros lentinhos) no débito. Eu entrego meu cartão pra moça.

Nisso, Amor fica com frescura: "Ooooolha, cuidado que esse menino é caloteiro! Tem muito prato aí? Ele vai já ter que lavar prato!". Eu olho pra Amor com cara de desprezo e digo "Deixa de loucura que tem dinheiro na minha conta!". A moça me entrega a máquina pra eu digitar a senha. Digito, devolvo e espero.

Pííííííííííí.

Eu faço cara de "ahn?". Ela, meio assim, diz: "Senhor, não passou.". Eu olho e digo: Passa de novo, que tem dinheiro aí. Amor, pessoa boa que é e que, quando fica nervosa, começa a rir, começa "IIIhhh... vai ter que lavar praaaaaaaaaato...". A moça do caixa olha pra Amor, com um sorriso amarelo... eu fico olhando pra cara dela, já apreensivo. Ela me entrega a máquina de novo, eu digito a senha e espero.

Pííííííííííí.

- Senhor, não passou.

- Mas como?! Eu tenho esse dinheiro, gente!

- Senhor, são R$7,63. S-E-T-E-R-E-A-I-S-E-S-E-S-S-E-N-T-A-E-T-R-Ê-S-C-E-N-T-A-V-O-S. (Porque ela falou assim, soletrando, praticamente.)

- Filha, eu tenho esse dinheiro... Já ficando puto.

Eu viro pra Amor e pergunto: tu tens esse dinheiro, no que Amor responde que não, e pergunta: "Tu tens o dinheiro? Então vai bem ali no caixa eletrônico e tira!". Eu perguntei se a moça podia esperar, e ela disse que sim. Lá fui eu.

Quando eu tiro o saldo, quanto era que tinha a minha conta?

R$6,76.

Pois é. A Caixa tinha descontado umas coisas lá, que me deixaram só com R$6,76.

Volto pro caixa, e digo: "Filha, passa R$6,56". Ela me olha com aquela cara de "Ahh, éééé? Num era tu quem tiiiiiiiinha o dinheiro na conta?". Eu falo, revoltado: "Porra! Eu vou matar mamãe! Ela usou meu cartão e não me avisou!". Digito a senha, talz. Pronto, passou.

Ela vira e diz: mas ainda faltam 87 centavos...

Aí eu lembrei da minha moedinha que Amor ia me dar... Falei, aí AMor entregou pra ela. E saímos de lá.

Sentamos à mesa e simplesmente não conseguíamos almoçar, de tanto que ríamos. E amor o tempo todo me chamando de liso. Aí Amor me entrega a nota e diz: "Taí, entrega pra tua mãe e diz que ela tá me devendo!". Não achei justo fazer a pobrezinha levar a culpa daquilo, aí falei pra Amor que mamãe num tinha usado o dinheiro não, que eu só tinha dado quela desculpa pra mulher do caixa num achar que eu era liso demais. auhsuahsh. Só sei que amor quase se mija de tanto sorrir da minha cara. (dá uma olhada nesse post e descobre o porque de eu colocar a culpa na bichinha).

O que aprendemos com isso?

Amor disse que só sai pra almoçar/comprar/fazer-qualquer-coisa-que-eu-tenha-que-pagar se eu mostrar um extrato da minha conta antes. auhsauhsauhs

Enfim... era iso, pessoas.

Um ótimo começo de fim de semana pra vocês.

Xau, xau!

sábado, 15 de maio de 2010

#InfernoAstralFacts - Partes 3, 4 e 5

#InfernoAstralFacts – Parte 03

Quem costuma ler o blog sabe que Murphy tem uma paixão aguda por mim, certo? E todos sabem todas as merdas que acontecem comigo por causa disso.

Ok? Ok!

Agora vocês juntem esta predisposição ao desastre que me acompanha diariamente com o do bendito do inferno astral. Qual é o resultado disso?

M-U-I-T-O-M-A-I-S-M-E-R-D-A-A-I-N-D-A

Pois é. Aqui eu vou contar vários fatos que aconteceram neste período depois das duas primeiras postagens, que deveriam virar postagens separadas mas que a falta de tempo não me deixou colocá-las no ar.

Vamos lá!

Sexta-feira, 6 de maio de 2010

Thyaguinho aqui conseguiu um emprego, certo? (\o/) Daí que primeiros dias vocês sabem com é, né? Chega cedo, não deixa serviço por fazer, sai no horário... quelas coisas...

Daí que eu saí de casa cedãããão pra chegar lá antes das 14h00. Papai me deixou pertinho de lá, eram 13h45min. Como Thyaguinho precisava de crédito pro celular, resolveu que ia logo comprar este bendito, pra não ficar na lisura completa e total. Ok.

Subi minha ladeira naquele sol escroto filho da puta, e fui em todos os comércios que tinham do lado que eu estava da rua, mas nenhum vendia recarga da TIM. Olhei pro relógio, 13h50. “Ah, dá tempo! Ali no posto com certeza tem!”, pensei. Esperei o sinal fechar, atravessei e comprei meus créditos.

Pausa dramática.

Vocês lembram que eu acabei de falar que tava um sol filho da puta, né? Né! Só que não tinha SÓ sol, entendem? Tinha UMA nuvem no céu, UMAZINHA só, que tava meio escurinha, saca? Mas até então, não era nada pra se preocupar. Ok.

Atravessei a primeira parte da avenida, e parei no meio fio, porque o sinal abriu para os carros.

O quê que aconteceu?

Sabe a nuvem?

Pois é, ela resolveu que ia chover todinha, justo na hora que eu tava no canteiro central da avenida, esperando o sinal abrir pra poder atravessar. Não que eu seja um pedestre consciente que só atravesse na faixa de pedestres, nada disso! O problema é que lá não para de passar carro em momento algum!

Pois é. E choveu. Mas choveu muuuuuuuuuito. Parecia que Deus queria matar todo mundo afogado novamente.

Mas o problema não era só a porra da chuva que caía torrencialmente, com uns pingos grossos que doíam, tipo quando a gente pega chuva na praia. O pior era olhar pra trás, pra frente e pros lados e ver que uns 100 metros ao longe, NÃO ESTAVA CHOVENDO.

Eu juro pra vocês que não é exagero, que a porra da chuva tava caindo só num pedacinho... eu juro que até procurei, pra ver se num tinha era um carro dos bombeiros fazendo chuva artificial que nem em novela... mas tu jura, né?

Mas então... chovia, chovia, chovia... e nenhum viado filho da puta parou o carro pra deixar eu e a senhora que também estava presa lá passar.

E só de mal aquele sinal é um sinal demorado, acho que um minuto e meio, mais ou menos...

E a chuva caía, e eu ficava mais e mais encharcado... até que finalmente a porra do sinal abriu. A senhora e eu começamos a correr quando, de repente, o quê que acontece?

Chutem, chutem, chutem!

A chuva parou.

Sério. Juro pra vocês que quando a gente tava mais ou menos na metade da faixa de pedestres, a chuva parou.

/euri

Mas eu dei uma gargalhada tão grande que olhei pra cima (num sei se pra Deus ou pra Murphy) e falei: “Valeu! Essa foi sensacional!”

Moral da história: cheguei no trabalho todo molhado e 5 minutos atrasado. Só não foi pior porque como lá não é tão longe daqui de casa, eu liguei e pedi pra levarem uma roupa pra mim.

#InfernoAstralFacts – Parte 04

De um extremo ao outro.

Detalhe¹: O meu querido ambiente de trabalho não possui arcondicionado. Este é um artigo eu só é encontrado na sala da chefe. Tudo bem, sem problemas. Eu tenho um ventiladorzinho desses de 30 cm que fica virado pra mim, que às vezes dá uma amenizada jogando aquela brisa que parece ter vinda diretamente do inferno, de tão quente que é. Ok.

Quarta-feira, 12 de maio de 2010

Neste dia, como eu tinha uma reunião com um cliente, resolvi ir um pouco mais arrumadinho.

O problema: depois da cirurgia, eu comprei praticamente só roupas pretas ou escuras. O que, num dia quente, não é muito aconselhável. Mas foda-se, apresentação é tudo, a primeira impressão é a que fica e eu tasquei minha camisa social cinza escuro e fui trabalhar.

Ok.

O dia estava insuportavelmente quente, como quem mora em sls sabe como é que as coisas andam por aqui. E a minha parede pega o sol de manhã, o que dá uma esquentada um pouquinho maior no ambiente.

Detalhe²: A sala é dividida entre uma senhora e eu. Só que em 90% dos dias, eu fico só, o que deixa meu ventiladorzinho ser só meu mesmo. Mas claro que, neste dia...

p>



Ela tava cheia de trabalho e ficou lá na sala, o que fez com que eu tivesse que colocar o ventilador pra girar. Mas eu juro que tentei não me estressar. “9h a gente sai pra reunião, e chefinha com certeza vai no ar condicionado, Thyago... então relaxa!”, pensei positivamente comigo mesmo [lei da atração é o que há nesta vida!]

9h, descemos pro carro [preto, por sinal]. Entro, tow colocando o cinto, quando chefe fala:

“Abre o vidro aí que eu tow na reserva, e eu só abasteço num posto lá na Cohama, aí como a gente num vai passar por aquelas bandas, a gente vai sem ar”.

Ow, gente! Desceu uma lágrima de meus olhos. Ela só não percebeu porque achou que era uma gota de suor escorrendo...

“Não esquenta! Lá no cliente coooooooom certeza tem arcon, Thyago!”, pensei eu, já sonhando com aquele friozinho gostoso que ia fazer lá dentro...

Chegamos!

Vi logo os compressores dos splits do lado de fora, e meu coração ficou mais aliviado.

Entramos na sala, com aquele arzinho gelado tocando meu rosto suado, e tudo virou paz dentro de mim...

Uns 3 minutos depois que entramos na sala, estamos ainda naquela fase de apresentação, num sei quê, eu ali mas nem tão ali, delirando de prazer com aquele arcon...

Tudo para!

Oi?

É, tudo para.

De repente fica escuro e faz um silêncio mortal.

Alguém se habilita?!

Faltou luz!

F-A-L-T-O-U-L-U-Z!

Eu juro por Deus que o eu só não chorei porque ia ficar feio e era capaz de eu erder meu emprego. E tome 2 horas de reunião, no calor.

Ao final da reunião, fomos fazer o quê? Conhecer as dependências da empresa, debaixo do sol de 11h30 da manhã!

12h00 nós saímos de lá, e finalmente chefinha passou no posto e abasteceu o carro... Só digo pra vocês que arcon é coisa linda de Deus, viu?

#InfernoAstralFacts – Parte 5

Este fato não aconteceu comigo, mas chegamos à conclusão de que aconteceu só pra terminar de fuder com a minha vida mesmo.

Sexta-feira, 14 de maio de 2010.

Amor há muito tempo se pergunta o que me dar de presente. Essa semana amor finalmente se resolveu do que ia comprar. Ontem Amor pediu o dinheiro pra sogrinha, colocou na cateira e foi trabalhar.

Amor chegou no trabalho, colocou a carteira na bolsa e guardou a bolsa.

De tardinha, quando amor ia sair pra comprar meu presente, amor pega a bolsa pra catar a carteira..

Cadê carteira?!

Lugar mais limpo do mundo!

Furtaram Amor!

Simplesmente assim.

Levaram a carteira com os cartões e o dinheiro de Amor. O dinheiro do MEEEEEU presente.

Ok. Amor ficou mal, talz, porque num ia mais ter como comprar meu presente, talz... eu falei pra Amor que num tinha problema, que o imprtante era estarmos juntos, talz... coisas de pessoas eamoradas.

Depois de um tempinho, amor resolveu dizer qual era o meu presente:

Meu helicóptero de controle remoto que eu moooooooooooooorro de vontade de ter um há décadas!

Ahhh, doido! Aíííííí sim eu me revoltei!

Porra! Logo o dinheiro do meu helicóptero, doido?! Tinha realmente que levar ooo dinheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeiro do meeeeeeeeeeeeeeeeeeu helicópteroooo?!

Pois é. Por isso que, analisando depois, vimos que não foi obra do azar de Amor... foi obra de Murphy sacana que adora me ferrar e se achou ATÉ no direito de me tomar meu helicóptero... =(

Enfim... se me acharem triste hoje, no dia de meu niver, já sabem o porque. Eu perdi meu helicópero.

E assim fechou-se meu inferno astral. Isso é, se num acontecer mais alguma merda hoje.

Beijos, pessoas!

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Só pra lembrar aqui que hoje faz uma semana que um primo meu super gente boa faleceu. Só uma pequena lembrança aqui, porque ele era leitor assíduo do blog. Vai em paz, Polaco! =)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

#InfernoAstralFacts - Parte 02

Daí que eu falei pra vocês que meu inferno astral veio pra ficar, né?

Pois é, eu não menti.

Depois de todas as desventuras no dia da ida ao shopping, tive uma sexta até tranquila, só com probleminhas básicos, que não são dignos de entrarem aqui. Mas o meu sábado...

Quê que acontece?

Na terça, eu comprei um celular pelo site do Carrefour. Vopcês podem me perguntar porque diabos eu não comprei logo o bicho por aqui, mas é que aqui, além de só ter em um lugar, neste local ele era R$300,00 mais caro. E como eu num tow cagando plantando pé de dinheiro, foi por lá mesmo. E o que me deixou mais feliz no ato da compra foi que o prazo máximo de entrega eram 2 dias úteis, ou seja: estourando na sexta, eu estaria com o meu celularzinho lindo em mãos e passaria todo o fds em lua-de-mel com ele.

Ok.

O fato é que a sexta chegou Ê foi embora, mas o celular, que é bom, nada. Já na sexta mesmo entrei em contato com a loja e abri uma reclamação. Tudo bem.

O resto da sexta passou - e, só pra completar, Amor furou comigo e me fez ficar em casa - eu fui dormir cedo pq já tava puto demais e pronto.

Daí chega o meu sábado - óbvio.

Detalhe1: no meu quarto, há uma janela, que fica acima da minha cama, bem na parte onde fica a minha cabeça. Como eu sou uma pessoa preguiçosa e que toma muita água, ao final do dia o peitoril da janela tá cheeeeio de copos, alguns secos, outros vazios... e todo dia, pela manhã, minha querida mamãezinha recolhe estes copos pra lavá-los, tudo e tal. Certo? Certo!

Estava eu dormindo, sonhando com vários pastéis de calabresa, de carne e de queijo ao meu redor, todos fazendo dancihnas sensuais para mim, antes de eu comê-los (ui!). [é porque eu tava numa vontade louca de comer pastel já tinha quase 1 mês...). Todos eles dançavam reboculosamente, seduzindo-me, deixando cheio de água na boca. E eles iam dançando, requebrando (oi?!) e eu tava REALMENTE salivando já.

Só que aí eu comecei a me sentir me afogando...

Sei lá, acho que tava com tanta vontade de por aqueles pastéis pra dentro (ui!) que enchi demais a boca de água e comecei a me afogar... uhuhuh

Mas o mais estranho foi que depois disso, tudo começou a tremer. Tremia como se o bendito planeta tivesse resolvido que ia dançar o rebolation (tion-tion). Tudo isso - a boca cheia d'água e a tremedeira - em questões de microssegundos.

Daí que no microssegundo seguinte, eu resolvi que ia acordar, porque aquela brincadeira num tava mais dando certo não...

Uns 3 microssegundos depois, eu acordo, e o que acontece? O afogamento e o treme-treme continuam.

E aí é que eu entendo o que acontece...

Aquilo não era tudo culpa dos pastéis reboculossos... alguém aí arrisca chutar de quem era a cullpa?!

Claaaaaaaaro que era dela! Tinha que ser dela!

M-a-m-ã-e!

O que aconteceu?

Cirroseeeee... um mamute com cirrose.... auhauhauhauh

Sim, voltando: mamãe, ao fazer a sua limpeza diária no peitoril da janela, destabanou-se toda e conseguiu derramar um copo de água inteirinho - justamente o maior (claro, por que vocÊs juram que Murphy num ia fazer o negócio direito, né?!) copo que tem aqui em casa, que fui até eu quem comprei, justamente porque não gosto de copo pequeno, e no qual cabe mais ou menos um litro dágua - na minha cabeça.

Isso mesmo. Copo d´'agua diretinho em minha face. Todinho, sem ficar nenhuma gota nele pra contar história.

Daí o afogamento.

"E o rebolation(tion-tion)?", vocês me perguntam.

Era ela, tentando me enxugar, sem que eu percebesse.

Isso mesmo. SEM QUE EU PERCEEBESSE. Porque ela ainda queria encobrir o crime, uauhasauhsa.

Porque eu mereço uma mãe dessas, né?

Mas não pense que a história acabou! Nã nã não... lembrem-se que eu ontei uma pequena história sobre um celular na introdução...

Enfim. Tive que acordar, né? Fiquei perambulando pela casa, tal, até umas 10h30 - isso esperando o celular chegar, porque a mulherzinha lá do Carrefour garantiu que chegava no sábado. Quando deu umas 10h30 eu liguei pra lá, pra reclamar mais uma vez. Disse que já havia perdido a minha exta toda em casa, esperando o cel chegar, porque eu morava sozinho, e nessa graça havia perdido dinheiro, que só havia comprado com eles por causa do prazo de entrega e que eu viajaria no mesmo dia, à noite, e só voltaria 20 dias depois, o que fazia com que o problema tivesse de ser resolvido ainda naquele dia.

Depois de muito vai e vem, a mulher me deu um código de rastreio dos correios. Quando eu vou lá ver, o bicho diz que a mercadoria ainda num tá nem em São Luís.

Fiquei puto, né?! Mas tinha que ficar pior.

Foi eu terminar de ver isso, o live mail faz a zuadinha de quando chega e-mail novo. Fui dar uma olhada.

Adivinha de quem era o e-mail?

Do Carrefour.

E o quê que ele dizia?

Que já haviam tentado entregar a mercadoria DUAS VEZES, mas que não tinha ninguém em casa.

Pois é. Simples assim. Enquanto um dizia que não tinha nem chegado, no outro ja tinha e inclusive já tinham vindo na minha casa e eu, que passei a sexta e o sábado i-n-t-e-i-r-o-s em casa, não estava aqui pra receber a mercadoria.

Ahhh, povo... eu esculhambei ATÉ a décima geração da mulher! Disse que ia entrar com uma ação por danos materiais, porque eu tinha perdido dinheiro e por calúnia, que ia citar no processo o nome da mulher que tava falando comigo, que num sei quê, bla bla bla... A mulher fiocu tão desesperada, que chegou a um ponto em que a única coisa que ela falava era: "mas senhor, eu estou fazendo tudo o que está ao meu alcance..." e eu neeeeeeem aí pra ela, continuava esculhambando!

Só sei que depois de uma hora de ligação, ficaram de entregar hoje (segunda). E eu tow aqui, esperando.

Porque eu juro pra vocês: se eu tivesse comprado 2 dias antes, pra entrega ser até o dia 14, isso num tinha acontecido... mas como a entrega tava marcada pra depois do começo do meu inferno astral, eis que o troço atrasa...

Enfim...

E depois da de sábado, resolvi que mamãe merece virar um marcador aqui no blog. Bem vinda, mãe! xD

ótima semana pra vocês, queridos! ^^