sábado, 2 de maio de 2015

Bichano

E aí, galerinha da pesada que apronta altas confusões, Tudo bom com vocês? Que bom, porque comigo, claro, não está. 😊

Alguns de vocês não sabem, mas eu recentemente adotei um gatinho de rua que apareceu na porta daqui de casa. Primeiro fiquei dando comida e água pra ele, até que um dia eu entrei com o carro na garagem e ele me seguiu. Foi amor a primeira ronronada (Detalhe que eu primeiro achei que era fêmea,
depois que era macho, Depois que era fêmea de novo, até que me disseram que era macho mesmo. Admito que nao sei ver sexo de gato. Mas também! Ele não tem Pinto! Se não tem pinto, pra mim é fêmea, oras! Enfim...)
Prazer, Gordofredo.

Daí que estamos vivendo uma experiência de amor até que um tanto quanto recíproca. Ele me deu uns sustos no começo, quando resolvia se esconder ou passear na rua, mas depois que eu aprendi o truque de balançar o saco de ração, tudo ficou tranks.

Sim, ele é folgado.

Daí que ele costumava dormir fora fo quarto, até que passei uns dias bem ruim da garganta e dormi sem ar condicionado e com a porta aberta, é claro que ele de achou no direito de vir dormir aqui (quem esse humano pensa que é?). Quando eu melhorei e voltei a fechar a porta do quarto, ele começou a bater na porta (juro!) e miar. E, como eu sou besta, acabo abrindo a porta pra ele entrar - sim, eu sei que se eu tivesse crianças, elas se jogariam no chão do shopping. 

Esse travesseiro é teu? To sabendo disso não. 

Daí que ontem ele fez isso (sim, finalmente vamos ao motivo do post!) e eu coloquei ele pra dentro. Beleza.

Hoje de manhã, acordei, Ana (sim, lembram dela?) veio limpar o quarto, socou tudo dentro da mochila (Pq enquanto outras pessoas jogam as coisas debaixo do tapete, Ana taca na minha mochila) e daqui fomos pro estúdio, pq ela foi limpar lá.

Chegamos no estúdio, ela limpando as coisas e eu trabalhando, de repente o computador vai descarregar, e eu vou pra mochila pegar o carregador. E aí vem a surpresa: 

Gordofredo FELADAPUTA roeu o cabo INTEIRO. E o que acontece? O computador não carrega mais. E o que acontece? Eu tenho um job urgente pra  entregar. "Compra outro carregador", você pensa. Eu Tb pensei isso.
Mas eu esqueci que eu tenho um Mac. E o que acontece? TUDO pra Mac é caro. Aí eu fui ver o preço. Vou colocar uma foto, Pq eu me recuso a escrever esse valor. 


Pois é. Chorem comigo. Ou riam da minha cara, eu deixo. 

Pior de tudo é que irmã humilhadora e Madagracinha vão sambar na minha cara, Pq elas não querem o gato aqui. 

Beijos. Vou chorar ali em posição fetal no chão do banheiro. 

sábado, 25 de abril de 2015

Inferno astral? Magina!

Era pra ser uma simples viagem de volta pra casa, mas quem um dia já leu algum post aqui, sabe bem que comigo as coisas nunca são simples, e que num espaço de 3h, TUDO pode acontecer comigo.


Meu voo era as 19h25. Como sai de campinas (sdds: voo direto), eu vou pro Tietê e de lá pego o buzão que me leva pro aeroporto. Sempre pego o ônibus das 16h00, pq é mais ou menos 1h de viagem, e eu chego com folga lá, pq com a minha vida é sempre bom fazer as coisas com antecedência. Dessa vez resolvi comprar logo a passagem do busão pela internet mesmo pra poder engabelar o dinheiro que mamãe me deu pra pagar auhsuahs.Beleza.

Da minha casa (deixa irmã humilhadora ler isso) pro Tietê são 2 estações de metrô + baldeação na Sé + 4 estações. Isso dá pra fazer em 20 minutos sem pressa alguma. Beleza. Saí de casa as 15h. Vou eu puxando minha mala (que mamãe entupiu de coisa pra eu trazer de volta pra SLZ) e minha mochila que, como é de rodinha, eu enrolei na haste da mala e vim embora, pq eu já tenho 2m de largura, puxando uma mala de um lado e uma mochila do outro, eu ia ocupar a calçada inteira.

Entro na estação, vou pra bilheteria pra comprar meu bilhete. Aí começa:

          1)  uma fila enormemente enorme pra comprar a passagem. Já fiquei meio puto, mas beleza, tava andando rápido. Uns 10 minutos depois, de bilhete na mão, me vooooooolto até o elevador (eu sempre pego o elevador quando tô no metrô com mala) e…

           2)  o elevador não estava funcionando. Pois é. Lá vou eu voltar o caminho todinho pra porra das catracas. Na hora de passar, aquela loucura: vai, volta, desenrosca a mochila da mala, passa na catraca, derruba a mala, pede pra pessoa de trás (que já tava me olhando com ódio) pra pegar a mochila… aquele carnaval. Mas beleza. Entro no metrô. Lá vamos nós! “Vou chegar cedo, ainda” penso eu. Mas…

           3)  as portas não fecham. “Ótimo!” eu penso. E cadê a porra do ar condicionado? A pilota do metrô avisa que estamos esperando os carros da frente se movimentarem. Uns 5 minutos depois, as portas finalmente fecham e começamos a andar.  Paramos na próxima estação, o povo desembarca, eu já vou mais pra perto da porta, visto que a minha parada é a próxima… “Agora vai!” eu penso. Mas claro que não vai. Porque logo assim que a minha voz que passa na minha cabeça diz isso…
           
          4) o metrô para de novo. 1 minuto, nada. 2 minutos, nada. 3 minutos. “Estamos parados aguardando a movimentação dos carros a frente” diz de novo a pilota. E aguardamos. POR 15 MINUTOS! E sem ar condicionado!
       
          5) Depois dos 15 minutos parados, finalmente eu chego ao Tietê. Aquele corre-corre, afinal, já eram 15h50! Saio do metrô, quando vou passar a mala pela catraca…

          6)  A haste da mala não aguenta o peso da  mochila enrolada nela e faz o que? QUEBRA. Olho com aquele olhar 666 pra mala, enfio a porra da haste no buraco até o lugar que ela fica firme o suficiente pra eu conseguir puxar (isso não era nem na metade da altura que eu a uso), carrego a mochila (que tá super pesada, pq também tem um monte de roupa dentro, pra eu não pagar excesso de bagagem) e corro TODO TORTO pro guichê pra resgatar a passagem. A moça vê meu sobrenome (o Braga, não o Polary) e diz que a filha dela também é Braga, não sei o que. Até que ela vê o relógio, são 16h em ponto e ela me manda correr pra pegar o ônibus. Eu fui desesperado, já achando que eu não ia conseguir, que Murphy ia me trollar, saio descendo as escadas (que não eram rolantes) carregando a mala e a mochila, quando eu olho o motorista entrando no ônibus, que já ia sair. Corri (imaginem o gordo correndo, todo torto por causa da mala baixa), esbaforidamente (sem nem poder abanar os braços, porque tava carregando as coisas) e finalmente consegui chegar ao ônibus. O motorista começou aquele bla bla bla dizendo que quase eu perco a viagem, num sei que, eu olhando com cara de poucos amigos pra ele, entreguei minha mala, e subi. TODO SUADO E DESCABELADO, afinal, ontem que eu tinha que sair de casa puxando mala pesada e pegar metrô, resolveu fazer 29º em SP. Não adiantou nada tomar um banho gostoso e demorado antes de sair de casa, colocar meu One Million maravilhoso, ajeitar o cabelo… Tava parecendo um pedreiro. Fiquei sentado um pouco no braço da poltrona, enquanto me secava e me ajeitava, pra não melecar a mulher que tava na poltrona ao lado e, quando a situação melhorou um pouco, sentei. Estamos andando pela Marginal, eu penso “Besta, murphy sacana! Pensou que eu ia perder meu ônibus e meu voo, né? Rá!”. E LOGO ASSIM que a minha voz imaginária da minha cabeça fecha a boca, o que acontece?

           7)  O ar condicionado do ônibus para de funcionar. Não, não é que o ventinho tava saindo quente, em vez de gelado. Ele simplesmente nem ventinho saía. “Não te desespera. Já já volta.” eu penso. 1 minuto, 3 minutos, 5 minutos. Nada. Alguém levanta e vai falar com o motorista: "Moço, o ar condicionado desligou." “Hum…" "Eita! e agora?” …" Mas é pra falar pro pessoal?”. A cada resposta sussurrada do motorista meu desespero só aumentava e saía de meu grande e roliço corpo em forma de cachoeiras de suor.  Daí o rapaz vira e diz: “Gente, seguinte: o ar-condicionado pifou, e as janelas não abrem. Tentem abrir esses basculantes das laterais”. Aquela comoção dentro do busão, a senhora da poltrona de trás me chamou pra tentarmos abrir o tal basculante. Empurra daqui, força de lá, dá uns murros dali. A porra não abriu nem com reza brava. Eu fui lá onde o motorista e falei “Siô, aqueles basculantes não abrem não. Como que faz?”. Ao que ele responde:

           8)  "Eu não sei não". AHHHH, DOIDOOOOO. COMASSIM ESSE COOOOOOORNO NÃO SABE COMO ABRE AQUELAS BOSTAS? Perguntei pra ele como faríamos, porque não tinha a mínima condição de viajar naquele calor do cão, aí ele diz que vai ligar pra não sei quem da empresa pra saber. Beleza. Ele liga, explica a situação e pergunta como faz pra abrir. A próxima frase dele é: 

           9)  “UÉ, CÊ NUNCA ABRIU UMA TAMBÉM?!” Peço a misericórdia divina, além de perdão pros meus pecados, porque eu decidi naquele momento que eu ia abrir a porta do ônibus e me jogar com ele em movimento mesmo, pq ao menos antes de ser atropelado e a roda do caminhão que tava ao nosso lado passasse por cima da minha cabeça, eu ao menos teria uns 2 microssegundos de vento no rosto. Acordo do meu devaneio com o motorista dizendo que ia encostar pra tentar resolver, enquanto a pessoa lá ligava pra não sei quem. Encostamos, justamente na hora que o motorista recebe a ligação de alguém dizendo como abrir os basculantes. E ao menos eu descubro que não era uma simples questão de ser pê do bó, é porque as pessoas parafusaram a porra do basculante, pra ninguém abrir. Ele abre a porta e vai ao bagageiro pra pegar uma chave pra poder desparafusar e quando entra pra fazer isso, ouvem-se gritos de EH TETRAAAAA! EH TETRAAAAAAAAAAAAA! Quando ele está abrindo o primeiro basculante (o da senhorinha da poltrona atrás da minha) a gente escuta uma sirene e uma freada brusca.

          10)  Pessoas correndo e subindo no ônibus. “POLICIA!” ouve-se o grito. Quando eu olho, um policial com a arma em punho pergunta o que tá acontecendo, por que a gente tá parado ali. Todo mundo começa a falar ao mesmo tempo, tentando explicar pra ele o ocorrido. Ele guarda a arma, cruza os braços e fica lá na porta, fazendo carão pra esconder a vergonha de ter dado aquele show todo. Quando o motorista termina de abrir os basculantes (eram 4, só) vai lá pra frente e o policial começa a dar lição de moral nele, que ele não podia parar ali, que só podia parar em caso de emergência, no que o motorista responde que era uma emergência sim. 10 minutos de discussão sobre conceitos de emergência depois, quando o povo do ônibus começou a reclamar que o policial tava só nos atrasando, ele finalmente nos liberou. O motora fecha a porta e eu penso “Vento, finalmente!’ e espero o vento bater no rosto. E espero. E espero mais um pouco. E daí finalmente…

          11)  nada. Claro que aqueles basculantes mínimos e em quantidade pífia não iam fazer diferença nenhuma. Pelo menos não pra quem tava a frente do primeiro (meu caso). Pode até ser que tenha ventilado lá pra trás, mas pra mim, vim no calorzão de SP até Campinas. Ou melhor: até a entrada do aeroporto. Porque NA HORA que viramos pra entrar aqui, o que aconteceu?


         12) O ar condicionado voltou a funcionar. Simples assim. 

E não, não é perseguição da vida comigo. DE JEITO NENHUM! IMAGINA!

Daqui pro dia 15 provavelmente eu volto por aqui. Beijos e boas risadas da minha cara. :)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

A volta dos que foram e resolveram voltar

Cara, quanta saudade disso aqui. Passei muito tempo sem postar nada, mas de vez em quando eu venho aqui e fico lendo as postagens e os comentários de vocês, e juro: morro de rir. Bons tempos, aqueles! 

Mas enfim, precisei vir aqui hoje. Porque hoje foi um daqueles dias que eu preciso contar, pra vocês rirem da minha cara.

Estou fazendo uma dieta. Sim, sou daqueles gordos sem vergonha que fizeram redução de estômago e voltaram a engordar. Mas agora resolvi que vou tomar jeito na vida e, incentivado pela irmã humilhadora (lembram dela? Pois agora ela está mais humilhadora do que nunca, porque já é médica, ganha 50 mil reais por mês, e roubou meu sonho de morar sozinho em SP, mas tudo bem) resolvi entrar numa tal dieta de Dukan.

Beleza. No primeiro dia de dieta, fui ao supermercado que sempre vou, que fica no caminho de casa, mas lá não tinha muita opção das coisas que eu precisava comprar. Resolvi que ia a um da mesma rede, mas que fica um pouco mais longe, (e bem, mas beeeeeeeeeeeem contramão) já que ele é maior e, por estar numa vizinhança mais chique, provavelmente seria mais fácil ter esses produtos lights/diets/frescos que eu precisava.

Cheguei lá, fiz minhas compras e aproveitei e me pesei, já que lá tem balança, e nesse que eu sempre vou, no caminho de casa, não tem. Beleza. Tudo bem, tudo lindo.

Esses dias tenho me pesado em casa, mas queria ir lá pra me pesar na mesma balança, pra ter uma conta certa. Como eu precisava já repor umas coisas no estoque, resolvi que ia encarar essa viagem e ia lá de novo, após o trabalho.

6h da tarde, vamos lá. Peguei todos os engarrafamentos do mundo, encarei um pneu furado - sendo que 2 semanas atrás eu gastei uma fortuna pra ajeitar 2 pneus que furaram - e finalmente cheguei ao supermercado.

Peguei minha lista de compras - sim, porque agora eu sou praticamente uma dona de casa de classe média que sai pro super com uma listinha de compras! - e fui colocando as coisas no carrinho.

Depois de uns 30 minutos de muita andança, estou me dirigindo ao caixa quando pego logo a carteira pra procurar o cartão.

~ Thyago congelado a lá Avenida Brasil ~

Cadê cartão?

Procurei, bati nos bolsos, nada. Pensei: posso ter deixado no carro. Coloquei o carrinho cheio, já morto de vergonha, de lado e fui ao carro. Procura de um lado, procura do outro... Nada de cartão!

Já fiquei puto, óbvio! Murphy, se lascar, cara!  Puta merda, uma hora pra chegar ao supermercado, mais meia hora pra fazer as compras, pra na hora não ter cartão?! (Só mais um detalhe: eu estava com fome, muita fome, pois não havia feito nenhum lanche a tarde. E gordo com fome fica numa vontade boa de matar os outros, vocês sabem, né? Pois é!) "Ao menos vou logo me pesar!", pensei. E voltei pro supermercado.

Fui até onde estava a balança da ultima vez e... Cadê? Tinham sumido com a bichinha. Como da ultima vez, conversando com a menina do caixa ela disse que eles viviam mudando a balança de lugar, fui perguntar pra um cara onde estava. O que ele respondeu?

- AH, desativaram a balança. Não tem mais.

Pqp! Puta merda, uma hora pra chegar ao supermercado, mais meia hora pra fazer as compras, pra na hora não ter cartão, e nem a porra da balança?! 

Fumacei de ódio, né. Mas beleza, resolvi que ia pra casa. 

Dai lembrei que num supermercado que tem perto de casa, mas que não fica no meu caminho, tem uma balança. Como eu precisava de uma balança nova de parâmetro, pensei que essa seria perfeita, já que era perto de casa, e refiz meu caminho pra chegar nesse super. 

Engarrafamento. Engarrafamento. E mais engarrafamento. Sendo que no meu caminho normal casa - trabalho - casa eu não pego engarrafamento algum, porque tô sempre no contrafluxo. Enfim, mais uns  20 minutos, chego ao supermercado. Vejo a balança ao longe, e penso "ao menos isso!". Quando eu chego bem pertinho, o que eu vejo? Um aviso: BALANÇA QUEBRADA.

Seriously?! 

Sentei e chorei, porque né? Penso que Murphy apenas incorporou na minha pessoa hoje, porque só isso explica.

Enfim... Depois dessa, resolvi que vou ficar me pesando na minha balança véia pôde mesmo, porque dá menos trabalho e gasta menos combustível.

Era isso, crianças. É que foi tanta merda junta que eu realmente precisava mostrar a vocês que muita coisa muda na vida, menos essa minha vida de merda! =p

Beijos!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Bienvenido(?) a Buenos Aires!


Como eu estou uma pessoa offline na maior parte do tempo (não por vontade própria, mas é que parece que a incompetência não é característica só dos brasileiros que trabalham em empresas de telefonia, mas tudo bem), vou logo falar aqui o que tá todo mundo me perguntando ali nas mensagens, e que eu num encontro ninguém online pra contar sobre Buenos Aires:

1) Tô sem telefone, crianças. Na verdade, tô sem linha de telefone, pq eu não sou doido de usar o roaming internacional da tim, e até comprei um pré-pago aqui, mas apesar de eu ter pedido especificamente por um micro chip, a tapada da Personal me deu um chip normal, que não entra nem a cacete no iPhone. E claro que, horas depois, quando eu descobri, eu tentei recortar o chip e ÓBVIO que não deu certo. Por isso, só tow entrando na net ou quando tô no hotel ou quando acho um wifi desbloqueado na rua. Mas vou tentar resolver isso amanhã;

2) O voo: foi estranho. Foi ali que eu vi que essa viagem não ia ser fácil como eu achava: começa que só falaram castelhano e castelhanês (idioma que eu acabei de inventar, depois de ter ouvido aquele pseudo-inglês da aeromoça, do qual não se entendia nada, pq ela falava igualzinho ao castelhano (ou seja, correndo, gritando e com falsetes na voz), só que com palavras que deveriam ser inglês. Peguem o inglês dos comissários da Gol e piorem umas 10x, esse é o inglês dos comissários da LAN; Outro detalhe foi que a chica que estava fileira ao lado direito e à frente resolveu VOMITAR o caminho INTEIRO! E quem disse que ela se dignou a levantar e ir ao menos vomitar no banheiro?! Passou o caminho inteiro vomitando no saquinho ali, no meu campo de visão... e quanto mais ela vomitava, mas a aeromoça voltava com mais saquinhos, que ela continuava enchendo. Penso que preferia que tivesse sido como nos voos no Brasil, que eu sempre vou com uma criança barulhenta perto. Na verdade, ontem eu rezei por uma criança barulhenta perto;

3) Buenos Aires: ainda não consegui saber se gosto ou não. Só sei que tá frio pra cacete, o que fez com que eu cancelasse minha ida pra Colonia del Sacramento, no Uruguai, pra ficar por aqui mesmo e ir comprar roupas de frio, antes que eu congelasse. Neste exato momento, a temperatura aqui (no quarto, com tudo trancado) é de 10 graus. Eu imagino como não tá lá fora, pq como venta nessa cidade, gente! Sabe aquele vento de beira da praia? Pois é, é assim aqui, na cidade inteira. Daí imaginem o que é tu tá ali, congelando, e vem aquela ventania vindo diretamente do inferno congelado e dando uma fungada no teu pescoço. Pois é, não é tão legal quanto parece, rs. Mas sim, voltando: achei uma cidade meio suja, meio bagunçada, tipo o Rio. Mas achei uma cidade grande, com trânsito super hiper mega ultra caótico, tipo São Paulo. Ou seja: realmente não sei se gosto ou não daqui, rs. 

4) Falando em trânsito: os taxistas daqui não são normais. Eles correm e metem o carro em qualquer lugar, de qualquer jeito. Já quase enfartei umas 3x... porque sim, eu estou andando de táxi. Por quê? Porque justamente hoje, que eu tinha que andar feito um condenado, os metroviários fizeram paralisação das 11h às 16h... e adivinha o que Thyaguinho estava fazendo esta hora? Pois é, andando de um lado pra outro da cidade de táxi, pq quando cheguei no metrô, a tiazinha mal encarada quase me bate, dizendo alguma coisa que, eu entendi como se fosse "sem serviço". Sim, "entendi como se fosse" porque...


5)... EU NÃO ENTENDO CARALHO NENHUM DO QUE ESTES ARGENTINOS FILHOS DAS PUTAS FALAM! Vão falar fanho, enrolado, com falsete na voz e RÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDORÁPIDO assim lá na puta que os pariu no quinto dos infernos, porque poooooooooooooorrrrraaaa! Ontem, nas 3 horas que eu levei do aeroporto pro hotel (sim, três horas, nem vou começar a falar agora, pq senão vou escrever mais umas 10 laudas) eu já atava com dor de cabeça de tentar entender o que eles falavam, mas não conseguia! Eu simplesmente não conseguia (e não consigo!!!) entender o que eles falam... então como é que eu "resolvi" esse problema? Na hora que eu chego num lugar, a primeira coisa que eu pergunto, é: DO YOU SPEAK ENGLISH? Pq né? O ser humano sai do Brasil pra Argentina pra falar inglês. O problema é quando o povo não fala inglês, e daí começa toda a briga... enfim, já to ate evitando falar, só digo "hola! que tal?" quando entro nas partes e pronto. Se neguinho resolve me perguntar como eu tô, fica na merda, pq eu nem me estresso mais,rs.

6) O povo: Beeemmm... REALMENTE o povo porteño é guapo. GUAPÃO, eu diria! auhsausuahsuahsauhsah

Enfim...  só pra atualizar vcs.

Amanhã eu conto mais!

Beijos!

P.S.: aqui eles dão gorjeta. Me ACHEI, colocando o dinheiro na mesa, que nem filme americano! uasuahsuahsuahsuahsuahsuashuhs

Tchau, povo, vou me arrumar pro meu show de tango e pra buaaaaaaatchy de daqui a pouco. Torçam por mim, pra eu ter o mesmo desempenho desses dias lá de sp, auhsuashuashuashu

segunda-feira, 25 de julho de 2011


Eu ando numa vibe meio chata. Sei lá, minha vida anda meio ruim... muitas perdas, poucos (ou nenhum) ganhos... não sei, queria mudar.

E olha que até um tempo atrás, eu era das pessoas mais aversas a mudanças que vocês conheceriam em suas belas vidinhas...

Além disso, eu sempre fui uma pessoa de querer tudo na hora que eu quero . fora o fato de eu ser bastante volúvel nos meus quereres... e a junção desses dois ingredientes resultava em eu querendo alguma coisa e indo atrás, de todas as formas, pra conseguí-las... ou então dando com a cara na parede e largando tudo de mão, planejando outras coisas.

Muita gente vê isso (principalmente minha família) como um indicativo de que eu não sei o que eu quero da vida. Eles não entendem a importância de certas coisas pra mim... e não adianta tentar explicar, porque eles sempre vão achar 1) que eu sou realmente um vagabundo; 2) que eu não sei o que eu quero da minha vida ou 3) que meu futuro vai ser como empregado de irmã humilhadora, que é médica, e que vai me dar um empreguinho só pra não ter que me sustentar de graça quando ela tiver ganhando rios de dinheiro como uma médica de sucesso.

Não sei... eu gosto muito de dinheiro, deus sabe o quanto... mas sei lá, há realmente coisas mais importantes em jogo... e eu acho que paz de espírito é a principal delas. Não adianta ganhar horrores de dinheiro se eu não me sinto bem num local. Não adianta ser morto de rico se eu não tiver com quem gastar esse dinheiro naquela viagem inesquecível. Não adianta  passar o cartão de débito sem me preocupar se vai ter ou não saldo se eu não tenho pessoas que amo e confio ao meu lado.

É, né? Pra eu dizer que dinheiro não resolve tudo, é pq a situação tá realmente ruim... não sei se tô na TPM (me perdi na minha tabelinha) ou se é realmente reflexo de tudo o que eu tenho vivido, mas eu ando meio assim ultimamente... e não tem boate toda sexta e sábado, ou caipirinhas e mais caipirinhas, ou papos e mais papos vazios no chat do face ou mesmo agarrações dentro do carro em pleno sol de meio dia que resolvam (ou ao menos melhorem) tudo isso.

Como comentei outro dia com umas amigas, parece que minha vida tá andando numa esteira, sabe? Eu ando, ando, ando e continuo parado no mesmo lugar: com pessoas sacanas, escrotas, invejosas, gente bipolar agora-te-amo-daqui-a-um-minuto-te-odeio, gente que não me respeita, gente que não sabe o que quer da vida, gente que não acredita em mim... ou simplesmente ao lado de pessoas que me encaminham direto pra quem eu quero esquecer.

Daí eu resolvi “trocar de academia”, saca? Resolvi que vou passar um tempo fora.

Só que, pra não sacanear com meu chefe, combinei com ele de, apesar dos meus planos de já ir agora em agosto, ficar aqui mais esse mês e ir somente em setembro.

Daí que agora essa ansiedade de ir embora só tá piorando as coisas. Parece que tudo só vai piorando a cada dia que passa, e que tudo só vai se resolver quando eu tiver lá.

Apesar de que eu acho que eu vou é passar uns maus bocados lá, visto que eu não sou de fazer amizades tão facilmente, e sou morto de apegado a minha família, apesar de tudo... mas sei lá... certos ou errados, eu tenho meus motivos pra tentar refazer ao menos um pedaço da minha vida... e eu acho que lá eu consigo...

Enfim... provavelmente todo esse mimimi não tá nem fazendo sentido pra vocês, e vocês tão putos porque acharam que iam achar um texto que eu ia contar que eu me fudi de alguma forma engraçada... pois é, fudido eu to, mas não da forma que eu gostaria de contar aqui pra vocês.

Pois tá. 

E, pra completar, Amy morre.

Pois é.

Beijos pra vocês.


segunda-feira, 30 de maio de 2011

Decepção

“Decepção não mata, ensina a viver” é o que todo mundo diz por aí. Mas, na minha opinião, ela mata sim. Mata um pedacinho de você que confiou no outro e acabou levando um belo de um tabefe da vida. Mata os seus planos de um futuro alegre e feliz ao lado de uma pessoa que, no final de tudo, não queria a mesma coisa que você.

Mata. Lenta e dolorosamente.

Porque a dor da decepção é comparada a dor da perda de alguém querido. Dói fundo na alma a cada vez que você lembra de um momento feliz que teve ao lado de uma criatura que te prometia mundos e fundos, mas que quando você virava as costas, prometia outros mundos e outros fundos para outros alguéns. E daí esses momentos felizes tornam-se falsos, porque você percebe que aquela felicidade era baseada numa mentira, e aí essa felicidade deixa de ser feliz. E você deixa de ser feliz junto com ela.

E daí você chora. Você xinga. Você bebe. Você quer dar uma garrafada na cara, se encontrar na boate. Você quer matar.

E daí você se acostuma com a ausência. Você vê que as coisas estão começando a melhorar. Você está bem.

E você descobre que isso é porque ela - a tal decepção - terminou de matar aquele bendito pedacinho de você, e tudo passou. Passou a dor, passou a raiva, passou aquele sentimento pelo outro que insistia em te acompanhar, mesmo você não querendo mais... e você percebe que as coisas boas voltaram a acontecer – se é que deixaram de acontecer.

E você começa a dar mais valor a você mesmo, aos seus amigos que nunca te abandonaram, aos novos amigos que você vai encontrando pelo caminho... e, claro, à nova pessoa que aparece na sua vida, pra reconstruir todos os seus sonhos coloridos de um final feliz. E isso vai acontecer. Mais cedo ou mais tarde, é claro que vai acontecer. É só ter calma e esperar, porque como também dizem por aí, “se não deu certo, é porque ainda não chegou ao final”.

Uma ótima semana pra todo mundo. =)

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Visitas

Gente, exatos dois meses que eu não posto nada aqui! Assim não pode!

Tava olhando ali minhas coisas e achei esse texto que eu escrevi há um tempão, que er apra colocar aqui, mas que não sei por qual motivo, não coloquei. Mas agora tá aí, pra vocês, como sempre, se divertirem rindo da minha cara, rs.

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Estava eu em minha pequena casinha, coçando fazendo muito pouca coisa, só aproveitando o feriado, mais mal vestido que um mendigo com roupas de ficar em casa... tudo lindo, tudo ótimo, tudo muito ungido [/Cleyciane mode OFF. ].

De repente, não mais que de repente, a campainha toca. Eu que num sou porteiro, fiquei na minha mesmo, porque eu num tava esperando ninguém e, se eu bem conheço a rotina de casa, era o vendedor de camarão perguntando se “a patroa num ia querer um camarãozinho...” enfim, continuei fazendo as minhas coisas.

Daí que uns 2 minutos depois, metem a cara na porta do meu quarto. Era um parente, que aparece lá em casa de década em década. “Deve ter vindo trazer o outro parente pra almoçar”, pensei. Falei com ele, tomei a bênção e voltei pro meu note, que tava mais interessante.

Seria tudo muito simples, né não? Seria. Mas comigo as coisas são simples, boas e de Deus?

[todo mundo em coro, vamos lá:] NÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOO!

De repente escuto um barulho. E uma voz. Uma voz esganiçada, e que não cessava.

Pois é. Era o parentinho. Uhum, o filhote de parente, que tem 4 anos. Ahan, isso mesmo.

E eu amo pequenas pessoas, vocês sabem, né? #Not.

Detalhe¹: acabou que eu num falei pra vocês que finalmente ganhei o meu melhor presente do mundo inteiro, o meeeeeeeeu helicóptero sensacionalmente sensacional. Pois é, depois do que aconteceu aqui, na parte 5 e de muito me enrolarem, eu recebi. É verdade que quebrei no mesmo dia que eu ganhei, porque eu sou lesado e num sei pilotar o bichinho ele é doido e sai voando descontroladamente pra todos os cantos, menos pra onde eu quero que ele vá, e que usei de toda a minha cara de pau pra ir lá onde compraram e dizer que ele NUNCA nem tinha subido, só ficou lá piscando, sem fazer nada... e trocaram! Uhuuhuh Pois é, só sei que como eu tenho cara de honesto apesar de não sê-lo, eles ficaram com muita peninha de mim e trocaram o bicho, e agora eu tow com um novinho lá em casa, que eu tenho medo de pilotar pra num quebrar de novo, já que os 7 dias já passaram, e agora num vão mais trocá-lo... Daí que eu tinha saído um dia antes pra brincar com ele, e quando voltei pra casa, o deixei lá em cima da cadeira do meu quarto. Ok.

Daí que trouxeram o parentinho pra falar comigo como se eu fizesse questão. Tá. Quando ele entrou no meu quarto, a primeira coisa que o cão gritou foi:

“OLHA PAPAAAAAAI! UM HELICÓPTEROOOOOOOOOOOOO! EU QUERO BRINCAR COM O HELICÓPTEROOOO!”

Oi? Como é que é?

Parentão mandou ele falar comigo, e ele veio apertar minha mão e me dar um abraço, sem tirar os olhos do meeeu helicóptero. Eu olhei logo pra cara dele com aquela cara de “Nem inventa!”, mas ele era meio sem noção e ficou o tempo todo dizendo: “OLHA O HELICÓPTERO, PAPAI! OLHA O HELICÓPTERO, PAPAI!”

Eu só olhava pra Parentão, com aquela cara de “Num te faz de doido tu também!”. Parentão me olhava e olhava pro cãozinho, e ficamos nessa. E cãozinho dizia que queria brincar e perguntava onde era que tava o controle, porque pra brincar com ele precisava do controle... eu só olhava pra cara dele com aquela cara de “Ahan, Cláudia, senta lá!”.

O cãozinho sai desesperadamente do quarto, sem ter nem pra quê. “Se tocou que ele num vai nem pensar em tocar no meu helicóptero”, pensei. Estou pegando o computador de volta, quando ouço: “Olha, parentãozão! Um helicóptero! Cadê o controle do helicóptero? Precisa do controle pra brincar com o helicóptero! Eu quero brincar com o helicóptero!”. Viro e vejo que o cãozinho foi buscar Parentãozão lá na baixa da égua pra ver se ele deixava ele brincar com o helicóptero. Parentãozão, que é doido pelo menino, olhou com aquela cara de “deixa o menino brincar” pra mim. Eu só virei as costas. Hunf.

Só sei que o cãozinho ainda foi buscar a mãe dele e papai pra verem o helicóptero. Papai quando chegou no quarto e percebeu o que tava acontecendo, olhou pra mim, começou a rir e disse: “Não, não dá pra brincar com ele não, tá quebrado...”. o guri ainda frescou mais e, não satisfeito, foi buscar mamãe, que também foi o sensata o suficiente pra dizer que o bicho tava quebrado e num dava pra brincar. Parentão, que nuca chegou a sair do meu quarto, resolveu finalmente tirar o menino de lá, pra sossego do meu juízo.

Mas não é só isso!

O diabo do cãozinho ainda tomou o restante da caixa do meu suco de laranja caseira – mas não de uma forma educada: ele abriu a geladeira, viu a caixa de suco, pegou, abriu e tomou, na boca! Simples assim! – gritou e correu a casa inteira enquanto Irmã Humilhadora e eu tentávamos dormir e, por fim, tentou se jogar do buraco – porque lá em casa tem um vão que serve como clarabóia. Ele é num nível mais alto que o cão, óbvio, e tem umas barras, pras coisas/pessoas não correrem o risco de cair por lá. Pois o cão subiu e tava já se ajeitando pra pular de lá (tem uns 4m de altura de lá até o piso do andar de baixo) quando papai resolveu ir ao banheiro e catou o cão lá de cima infelizmente.

Resultado: prenderam ele no terraço (que tem uma grade altona, que não ia ter como ele pular) até o fim da visita.

Enfim: já avisamos que quando esse povo for lá pra casa, mamãe e papai tem que nos avisar antes, pra dar tempo de nós sairmos de casa pra um lugar bem longe! RS

Ótima semana pra todo mundo!



quarta-feira, 23 de junho de 2010

Divagando...

Pois é. Cá estou eu sem muito o que fazer, não trabalhando porque estou esperando um monte de respostas... não que eu quisesse também, mas... daí que resolvi vir atualizar isso aqui.

Tá que eu num sei atualizar por aualizar, geralmente eu já venho pra cá sabendo sobre qual merda eu vou escrever... mas como eu tava afim de escrever, vim pra cá.

Pois é. Porque sabão de coco fede. E sempre tem alguém que toma banho usando aquilo que resolve ficar perto de mim. Porque tem 6 bilhões de pessoas no mundo, mas o infeliz resolve vir com aquela catinga miserável pra pertinho de mim. Se possível, ainda passa se roçando - principalmente quando isso acontece dentro de ônibus. E daí que eu fico imaginando tomara Deus que seja realmente só imaginação que eu também fiquei fedendo a sabão de coco. Mas enfim. Deviam abolir aquilo da face da Terra! Nã, pra lá!

E daí que eu num sou mais uma pessoa sozinha na cama. Pois é. Mamãe agora passa o tempo todo que eu tow em casa comigo, na minha cama, porque ela só assiste a Globo no meu quarto. Ahan. Foda-se se eu sou grande e a minha cama é de solteiro, é de lá que ela gosta. E eu gosto da minha mãe. Mas tenho dúvidas se gosto mais dela ou de não dividir a minha cama. Pois é, #DúvidaCruel.

E eu queria ser dondoca. Ou michê. Só sei que num queria ter que trabalhar não, principalmente trabalhar muito e ganhar pouco. Como tá ruim pras duas coisas, acho que vou ter que fazer o mais próximo disso e virar funcionário público mesmo.

Pois é. E eu já vou... ficar ali falando com Amor pelo Skype, já que nossos msn's num se gostam e num deixam nós nos falarmos por lá.

Beijo pra everybody, xuxus!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Murphy + Meu Cartão Pôdi = Vontade de meter a cara no c*

Booom dia, povo!

Depois de um longo e tenebroso inverno, eis-me aqui de volta, para fazer vcês rirem da minha cara com as merdas que o universo insiste em jogar pra cima de mim. =)

Então, deixe-me contar essa pra vocês: Dia desses, fui almoçar com Amor. Como estávamos trabalando relativamente perto, marcamos de nos encontrar num restaurante que tem no local onde Amor trabalha. Ok.

Meio dia arrumei minhas coisas e fui pra minha parada pegar meu ônibus naquele sol miserável de meio dia. (Agora imaginem Sandy cantando: "Olha o que o amor me faz...", porque só com MUITO, MAS MUITO AMOR MESMO eu me presto a pegar ônibus, principalmente tamanho meio dia. Mas enfim...) Peguei meu ônibus, saí me coisando pra num me esfregar no povo que tava mais suado que eu e, alguns minutos depois, cheguei ao local.

Ok.

Detalhe¹: eu já estava trabalhando, mas não havia recebido dinheiro ainda, pois não havia completado o mês. Tinha recebido só o dinheiro do transporte, que tirando as coisas que eu comprei, havia sobrado R$12. Aí, quando marquei com Amor, falei "ei, só tenho R$12, tu completas pra mim o que der o almoço?", no que Amor, pessoa mais compreensiva do universo, disse que sim, sem prob. Ok.

Chegamos, nos encontramos e fomos pra fila (medonha, diga-se de passagem). Amor diz que tem uma moeda de R$1 pra me entregar (porque eu tenho um cofre só com elas)> Eu fico feliz e agradeço. Bandeja em mãos, começamos a nos servir. Amor disse que parecia que eu nunca havia comido na vida, só porque eu sou desses que num tow nem aí pra nada e vou colocando tudo o que eu acho bonito no prato, nem ligando pressas coisas de "isso num combina com aquilo". Comida é comida, vai tudo parar no mesmo local, então tow nem aí pra essas frescuras. Enfim, fui colocando as coisas: carne, peixe, camarão, frango, arroz, farofa... meu prato tava lindo de morrer! Amor, vendo aquilo, disse que pensou "Rapaz, como é que pode uma pessoa lisa fazer um prato desses?! Vou colocar pouca coisa no meu, porque o dele vai ser caro pra poxa!", e pôs só um pouquinho de coisas no prato. Eu, com meu prato já estava, só esperei que Amor terminasse de servir-se. Ok.

Caixa. Peso o meu: R$12,56. Como não ia tomar refrigerante mesmo, falei pra Amor: "Ó, tu só vais ter que completar 56 centavos no meu prato." Ok. Amor pesa seu prato, pega o refri, tal... Total da conta: R$22,63. Amor dá R$15 em dinheiro e manda passar o resto (R$7,63, pros lentinhos) no débito. Eu entrego meu cartão pra moça.

Nisso, Amor fica com frescura: "Ooooolha, cuidado que esse menino é caloteiro! Tem muito prato aí? Ele vai já ter que lavar prato!". Eu olho pra Amor com cara de desprezo e digo "Deixa de loucura que tem dinheiro na minha conta!". A moça me entrega a máquina pra eu digitar a senha. Digito, devolvo e espero.

Pííííííííííí.

Eu faço cara de "ahn?". Ela, meio assim, diz: "Senhor, não passou.". Eu olho e digo: Passa de novo, que tem dinheiro aí. Amor, pessoa boa que é e que, quando fica nervosa, começa a rir, começa "IIIhhh... vai ter que lavar praaaaaaaaaato...". A moça do caixa olha pra Amor, com um sorriso amarelo... eu fico olhando pra cara dela, já apreensivo. Ela me entrega a máquina de novo, eu digito a senha e espero.

Pííííííííííí.

- Senhor, não passou.

- Mas como?! Eu tenho esse dinheiro, gente!

- Senhor, são R$7,63. S-E-T-E-R-E-A-I-S-E-S-E-S-S-E-N-T-A-E-T-R-Ê-S-C-E-N-T-A-V-O-S. (Porque ela falou assim, soletrando, praticamente.)

- Filha, eu tenho esse dinheiro... Já ficando puto.

Eu viro pra Amor e pergunto: tu tens esse dinheiro, no que Amor responde que não, e pergunta: "Tu tens o dinheiro? Então vai bem ali no caixa eletrônico e tira!". Eu perguntei se a moça podia esperar, e ela disse que sim. Lá fui eu.

Quando eu tiro o saldo, quanto era que tinha a minha conta?

R$6,76.

Pois é. A Caixa tinha descontado umas coisas lá, que me deixaram só com R$6,76.

Volto pro caixa, e digo: "Filha, passa R$6,56". Ela me olha com aquela cara de "Ahh, éééé? Num era tu quem tiiiiiiiinha o dinheiro na conta?". Eu falo, revoltado: "Porra! Eu vou matar mamãe! Ela usou meu cartão e não me avisou!". Digito a senha, talz. Pronto, passou.

Ela vira e diz: mas ainda faltam 87 centavos...

Aí eu lembrei da minha moedinha que Amor ia me dar... Falei, aí AMor entregou pra ela. E saímos de lá.

Sentamos à mesa e simplesmente não conseguíamos almoçar, de tanto que ríamos. E amor o tempo todo me chamando de liso. Aí Amor me entrega a nota e diz: "Taí, entrega pra tua mãe e diz que ela tá me devendo!". Não achei justo fazer a pobrezinha levar a culpa daquilo, aí falei pra Amor que mamãe num tinha usado o dinheiro não, que eu só tinha dado quela desculpa pra mulher do caixa num achar que eu era liso demais. auhsuahsh. Só sei que amor quase se mija de tanto sorrir da minha cara. (dá uma olhada nesse post e descobre o porque de eu colocar a culpa na bichinha).

O que aprendemos com isso?

Amor disse que só sai pra almoçar/comprar/fazer-qualquer-coisa-que-eu-tenha-que-pagar se eu mostrar um extrato da minha conta antes. auhsauhsauhs

Enfim... era iso, pessoas.

Um ótimo começo de fim de semana pra vocês.

Xau, xau!